Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

E o Brinco da Princesa ?


Bom, como todos sabemos, o Rio Grande possui muitos símbolos:
 O cavalo Crioulo,
 o laçador,
 o mate,
 A bandeira;
 Mas um deles esta  esquecido em nossa mente, e o Brinco de Princesa.



O Rio Grande do Sul é um estado que se caracteriza pelo orgulho e amor de seu povo por seus símbolos, ostentando com galhardia seus usos e costumes e as tradições do estado. Por isso, possui diversos “símbolos oficiais”, que reafirmam os cultuados valores gaúchos.
O decreto número 38.400 de 16 de abril de 1998 institui a “Flor símbolo do estado do Rio Grande do Sul”“Brinco de Princesa” da espécie "Fuchsia Regia (Vell.) Munz", da Família ONAGRACEAE.
O nome popular de “Brinco de Princesa” é dado à planta graças às belas flores que ficam pendentes como os brincos delicados que são utilizados pelas mulheres gaúchas.
Trata-se de uma planta nativa da América Central e Sul, com ramagem e flores pendentes em forma de sino, onde tanto as pétalas quanto as sépalas possuem cores variadas e contrastantes como vermelho, azul, violeta, branco e rosa.
“Brinco de Princesa”, foi indicado como a flor que simboliza o Rio Grande do Sul por sua admirável beleza, facilidade de cultivo e potencial paisagístico, pois adapta-se com facilidade aos ambientes, suportando inclusive o frio e a geada que caracterizam o inverno gaúcho, além de serem muito visitadas pelos beija-flores em seu período de floração.
Assim, pode-se dizer que o “Brinco de Princesa” se assemelha ao povo gaúcho, resistindo às intempéries sem perder a beleza e a elegância que caracterizam os habitantes desse Estado.
Flor símbolo: Brinco-de-princesa


Por intermédio do Decreto nº 38.400, de 16 de abril de 1998, instituiu-se como Flor-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul, a espécie “Brinco-de-princesa”, Fuchsia regia (Vell.) Munz, da família Onagraceae.
A família botânica das Onagráceas é originária da América Central, e no Rio Grande do Sul, ocorre nas regiões mais altas, no Noroeste do Estado.
A indicação da Fuchsia regia como flor-símbolo, foi devido o seu aspecto de grande beleza, facilidade de cultivo e potencial paisagístico.
As flores “brincos-de-princesa”, em sua grande maioria, cultivadas como plantas ornamentais, são híbridas, e que se contam hoje aos milhares.
Caracterizam-se por serem arbustos de folhas ovais ou lanceoladas (forma de lança), algo denteada (de bordos com entalhes perpendiculares a linha do comprimento), opostas, caules flexíveis, que lignificam ao passar do tempo. As flores são axilares isoladas, mas abundantes: cálice tubular dividido em quatro sépalas e corola com quatro pétalas de cores vermelho-arroxeadas, envolvendo a corola roxo-violeta.
São cultivadas a pleno sol ou à meia-sombra, geralmente como plantas isolada, apoiado em grades, colunas e postes ou em vasos e jardineiras, como plantas pendentes. Destacam-se por se adaptar a climas frios e a tolerar geadas. As flores são muito visitadas por beija-flores.
Multiplicam-se facilmente por estaquia, principalmente quando preparadas nos meses de verão e colocadas para o enraizamento dentro de estufas. Requerem solos com bom teor de matéria-orgânica.
Entre as espécies naturais do Brasil, além de Fuchsia regia, figuram: F. petiolaris, F. glazioviana, F. mollis, F. pubescens,e a trepadeira F. integrifolia, que chega atingir 10 metros de altura.
De todas as espécies citadas, a mais surpreendente provavelmente seja a Fuchsia exorticata, da Nova Zelândia, que chega alcançar 15 metros de altura.
DEC:   38.400
DECRETO N° 38.400, DE 16 DE ABRIL DE 1998.
Institui a Flor Símbolo do Estado do Rio Grande do Sul.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Danças Gaúchas


Nestas minhas andanças pelos campos do youtube, me deparei com este programa da TV Futura apresentado por Antônio Nóbrega, onde ele faz um pequeno documentário sobre as nossas danças e suas origens!




quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Continuem contando piadas...

Os gaúchos

Todo mundo sabe que os sujeitos mais comuns nas piadas contadas por todo o Brasil ou são portugueses ou são gaúchos. Mas poucos sabem o porquê! As origens estão na nossa história e na psicologia humana. Vamos começar pelos portugueses! Eles são estereotipados como completos idiotas. Os portugueses colonizaram o Brasil por mais de 300 anos. Eles chegaram no Brasil, levaram todas as nossas riquezas, ignoraram os nossos interesses, e, ainda por cima comiam as nossas índias nativas e as negras trazidas para cá. Que imagem nós poderíamos criar deles? O que poderíamos falar deles hoje em dia? Será que poderíamos dizer: Oh! Eles descobriram o Brasil. Eles são nossos heróis! Claro, que não! Depois de tudo que eles fizeram, só podem ser 'heróis' nas nossas piadas. Nos resta chamá-los de tontos e estúpidos. Mas de idiotas eles não tem nada. Por um grande período da história, o império Português foi tão forte quanto fora o Império Romano e o quanto é atualmente o Império Americano...

E os gaúchos...? Assim como os portugueses, os gaúchos colonizaram o Brasil. O povo gaúcho tem tradição e história. Os gaúchos são guerreiros, formaram a sua própria República! Encabeçaram uma revolução que acabou com a Republica Velha do café com leite e introduziu o Estado Novo. A maior parte dos presidentes brasileiros pós República Velha foram gaúchos.
O povo gaúcho é o mais politizado (nunca reelege governador) e o seu Estado o de melhor qualidade de vida, além do atual melhor jogador do mundo ser Gaúcho. Em todos estados brasileiros há gaúchos bem sucedidos.
Além de colonizar e desenvolver os estados por onde passam, os gaúchos traçam as mulheres que ali habitam. Os gaúchos põem chifre nos 'machos' locais e deixam as suas mulheres apaixonadas.

As cariocas, catarinenses, paranaenses, paulistas, mineiras, cearenses... adoram um gaúcho, e, o que resta para eles (os cariocas, catarinenses, paranaenses, paulistas e mineiros...)? Além de manter lustrado o par de chifres, resta a eles inventarem piadas de gaúcho, onde os gaúchos são estereotipados como veados, para seu deleite e prazer.

Portanto gauchada, tenham um pouco de piedade, esta é a única alegria dos não gaúchos. Enquanto eles se divertem em alguma roda inventando e contando piadas de gaúcho, as suas mães, irmãs ou namoradas se divertem com um gaúcho. Gaúchos de todo o Brasil, convençam-se de uma coisa, eles não sabem como fazer uma mulher feliz, mas tem bastante criatividade para fazer piada.
Divirtam-se então com as piadas e satisfaçam as mulheres dos não gaúchos invejosos.
O RIO GRANDE DO SUL NÃO É UM ESTADO, É UM PAÍS!

Arnaldo Jabor

segunda-feira, 19 de julho de 2010

El Gaucho Martín Fierro


"Aquí me pongo a cantar
al compás de la vigüela,
que el hombre que lo desvela
una pena estraordinaria,
como la ave solitaria
con e cantar se consuela."
José Hernández

Mas e quem será esse tal Martín Fierro?

El gaúcho Martín Fierro, ou simplesmente Martín Fierro é personagem do Argentino José Hernández e tornou-se símbolo do homem da pampa no Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai e hoje é referência de gauchismo e idolatrado por gaúchos e gauchos das três pátrias. Martín Fierro, é um espelho do homem da pampa gaúcha, que no desenrolar de sua história, mostra o cotidiano de um homem do campo que é recrutado para defender sua pátria e sentindo-se lesado deserta da tropa tornando-se um salteador que passa por façanhas e dificuldades na luta pela sobrevivência mas sempre mostrando a hombridade do gaúcho.




A obra foi escrita nos três países, Brasil, Argentina e Uruguai, mas teve seus primeiros versos nascidos no Rio Grande do Sul, pra ser mais preciso em 1872, numa pequena pensão em Santana do Livramento, na atualidade na esquina da rua Rivadávia Côrrea com a rua Uruguai, enquanto seu autor José Hernández encontrava-se exilado (1870/1872).
Fonte: Arte Crioula

sexta-feira, 16 de julho de 2010