Mostrando postagens com marcador Lisandro Amaral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lisandro Amaral. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Contrariedades - Lisandro Amaral

"Por certo,as contrariedades
Que florecem dos humanos
Apeiam nas horas tristes
Daqueles que aqui plantaram
Seguem silêncio o palanque
E eu, eu já nem sei de mim mesmo
Os campos,os campos estão vazios
E os homens seguem a esmo"

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Xirú Antunes "Mirada" de Lisandro Amaral


Um lindo vídeo com interpretação de Xirú Antunes com letra de Lisandro Amaral e ilustração de Cesar Cattani.

Bota vídeo bagual...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Porteira Afora " Lisandro Amaral e Eron Vaz Mattos"


Chegou linda primavera cavalhada pelejando
Os cordeiros retossando é tempo de marcação
Serviço que é tradição por estes pagos da fronteira
E a nossa gente campeira afirma a tempera no braço
Pialando de todo laço sobre a praia da mangueira
Os campeiros desincilham na sombra das caneleiras....



"Me fiz homen nesse tempo,
De aperta, marca, assinala;
É por isso que essas coisas:
Renascem em nossa fala."


Coisa linda! Parabéns Lisandro Amaral...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Hoje é dia de marcação


Dura lida que antigamente exigia pegar no laço cada rês e marcar a campo; hoje se marca na mangueira e mais modernamente no tronco. Marca-se, quando o animal está próximo a um ano e o melhor período é no inverno que evita a bicheira e cicatriza mais rápido a ferida da marca de ferro quente.




E nada como uma baita música para ilustrar toda esta lida de campo!

Porteira a Fora ( Lisandro Amaral e Eron Vaz Mattos)


segunda-feira, 27 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

Lisandro Amaral "AMANSANDO DE GARUPA"


"Ontem ao voltar para casa, no gelado do inverno, olhei para o céu e estampada na noite escura, a lua, meus pensamentos foram além. 
Lembrei de uma música do Lisandro Amaral onde ele descreve "um pouco dos momentos que passei", então resolvi compartilhar com vocês."





"Gelado de inverno, orvalho de junho
Cabresto no punho e ainda ressona
Com o amor da cordeona, convite ao pecado,
Com a china do lado sentei a carona

Romance que encilho de noite, pampeiro,
Permisso, gaiteiro, me chama um carinho
E levo na anca com cheiro de lua
A bruma que a noite soprou pro meu ninho

Eu junto os segredos dormidos no pala
Se a noite resvala cordeona e luar
E amanso de anca meu mouro que sabe
Porque em silêncio roubei teu olhar"

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Lisandro Amaral - Meu Pôr do Sol



Ao tranco eu levo um pôr-de-sol em cada espora
E vou embora por ausências e caminhos
Que a vida sabe a dor dos olhos de quem chora
E campo afora a cor da flor que tem espinhos


Se uma tropilha que domei voltasse minha
Por certo a linha no uruguai no fim de abril
Com sol na alma à moda antiga eu cruzaria
Pra ser poesia e ter no olhar jeito de rio (2x)


Um basto antigo, um poncho índio, um olhar crioulo
E mil consolos quando a alma encontra a fé
Abrindo a noite num olhar de um céu charrua

Estrela e lua refletidas em chamamé.




Senhor do sol, irmao de todos os campeiros
Sobre o sombreiro levo sonhos e saudades
O campo largo ja perdeu muita esperança
E a pátria cansa os de bombacha na cidade


Quem sabe um dia eu volte a ter pelos caminhos
Menos espinhos e mais sol, senhor das horas
Entre as auroras vem a luz sobre os sombreiros
Destes campeiros um pôr-de-sol em cada espora (2x)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sarau RadioSul.Net com Lisandro Amaral no Boteco Tchê

Lisandro Amaral e banda

Mateus Canellas e José de Moura

Leôncio Severo e José de Moura


Lisandro Amaral "Canto Ancestral"



Boteco Tchê, José do Patrocinio esquina Joaquim Nabuco - Cidade Baixa - Porto Alegre

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Alambrado do tempo...por Lisandro Amaral

Um pequeno trecho das lindas palavras postadas por Lisandro Amaral...


O gaúcho sem nome e sem asas, que juntou tropilhas gordas e adelgaçadas, para as fainas brutas que revitalizam o âmago do filho do campo...  que sempre “quis os campos da estância, mas muito mais que o patrão”, veste a pilcha do despachado, perfeitamente previsto nos versos de Aureliano de Figueiredo Pinto, e morre aos poucos na soga atada ao alambrado do tempo.
Quem nasceu pra ser matungo...
Basteriado, geme ao tranco!!!
Casco quebrado da pedra
Acostumou-se a ser manco.


Não deixe de ler o texto completo no blog do Lisandro

quinta-feira, 10 de março de 2011

O Campeador - Lisandro Amaral


Belíssima interpretação deste cantador de campanha...